segunda-feira, 20 de julho de 2015

MEDICINA -10 benefícios (além do prazer) que o sexo traz à nossa saúde





10 benefícios (além do prazer) que o sexo traz à nossa saúde



Mais do que saciar a libido, o orgasmo também favorece diferentes aspectos do corpo.
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Quem não gosta de sexo? Quando faço essa pergunta, não consigo pensar em alguém levantando a mão e dizendo “eu”. (Nem mesmo minha mãe, infelizmente…)
O sexo faz parte de nossas vidas; sem ele sequer procriamos. E é por meio dessa relação física que os amantes demonstram afeto, amor e carinho. Algumas mulheres preferem joias, é verdade, mas prefiro crer que são exceção.
Diferente do que a igreja defende, o sexo não é útil apenas para perpetuar a espécie; tampouco é uma ferramente exclusivamente de prazer, como Casanova acreditava. Sim, há uma série de benefícios psíquicos e fisiológicos que ele traz consigo.
Decidimos, então, juntar uma lista capaz de fazer até a mais frígida das mulheres pedir mais. Confira abaixo:
1# Fortalece o coração
Estudos comprovam que fazer sexo de duas a três vezes por semana reduz o risco de infarto em até 45% com relação aos que não transam quase nunca. Com a excitação é liberado óxido nítrico, favorecendo a dilatação dos vasos sanguíneos e aumentando o fluxo de sangue, além de ativar a circulação sanguínea.
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2# É bom para os dentes
Esta é para os apressadinhos prestarem atenção: caprichar nos beijos antes, durante e depois do sexo faz com que a produção de saliva aumente. Isso melhora a autolimpeza da boca e dos dentes; e também diminui a quantidade de ácido na boca, prevenindo o enfraquecimento do esmalte dentário.
3# Melhora a qualidade do sono 
Sabe aquela vontade de dormir depois do sexo? Não precisa mais sentir culpa quando isso acontecer com você. Acontece que os níveis do hormônio oxitocina aumentam depois da transa, causando sono. O efeito? Uma noite bem dormida.
4# Diminui as gordurinhas
Além de exercitar diversos músculos do corpo, podemos queimar de 100 a 600 calorias com o sexo, depende da intensidade. Uma transa mais carinhosa e suave é o equivalente a uma caminhada; mas se você curte o sexo animal, com certeza sua sessão pode ser comparada a uma corrida intensa.
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5# Previne o Alzheimer e a osteoporose
Pesquisas mostram que sexo libera também estrogênio, um hormônio que auxilia na prevenção da osteoporose e Alzheimer.
6# Desenvolve nosso olfato
Outro hormônio que o orgasmo libera é a prolactina, que faz com que sejam formados novos neurônios no bulbo olfativo, aumentando nosso sentido.
7# Cura depressão
Para renovar as energias e o ânimo, hormônios como a serotonina, dopamina e ocitocina são vitais. E os três são liberadas após uma transa, promovendo bem-estar e relaxamento.
8# Alivia dores
Entre os muitos hormônios liberados durante o sexo está a endorfina. Este age como analgésico natural, podendo aliviar pequenas dores de cabeça e algumas tensões. Quando ela usar essa desculpa para fugir da brincadeira, então, você já tem uma boa resposta para dar.
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9# Faz bem para pele/cabelo (elas) e ossos/músculos (eles)
Essa, parceiro, pode anotar no celular: elas com certeza vão querer praticar mais ou pelo menos pensar no assunto. O fato é que deixando ela excitada, acontece a liberação do hormônio estrogênio, que faz bem para a pele, tornando-a menos flácida, mais bela e vigorosa. Além disso dá brilho ao cabelo.
E para nós, que ficamos excitados apenas as vendo excitadas, liberamos o hormônio testosterona, que ajuda a manter nossa massa muscular e óssea mais forte.
10# Estimula o sistema imunológico em geral
A transa acelera os mecanismos de defesa do organismo. Praticando de duas a três vezes por semana, seus níveis de imunoglobulina A podem aumentar em até 30%, estimulando o sistema imunológico e colaborando no combate a infecções, resfriados e gripes.
Portanto,homem,  se aquela amigdalite não te deixa em paz, ou se você é daqueles que vive gripado, cuidado para não se entregar — ou seus amigos vão perceber que seu período de seca continua.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Perdão...nem todos sabem usá-lo...


'Quanto mais generosa e mais gratidão pela vida tem uma pessoa, mais fácil será perdoar'- Sofia Bauer, psiquiatra (Manoel Guimarães/Divulgação)

Perdão é uma característica universal, mas nem todos sabem usá-la

"Quanto mais generosa e mais gratidão pela vida tem uma pessoa, mais fácil será perdoar"- Sofia Bauer, psiquiatra


É praticamente impossível viver sem experimentar a sensação de mágoa. Atire a primeira pedra quem nunca sentiu a dor de ser traído, desprezado ou injustiçado em família, no amor, com os amigos, no trabalho. A mágoa cotidiana, aquela que é alimentada mesmo sem querer, é um sentimento natural, típico da condição humana. Mas, ainda que seja comum, é preciso deixá-la ir. Afinal, se a ofensa é inevitável, o perdão é uma escolha. Na definição de Dalai Lama, líder da tradição budista tibetana, perdoar não é esquecer, mas aceitar que o que está feito está feito – e que o passado foge ao nosso controle.

“É preciso encontrar uma maneira de lidar com os fatos que carregam a mágoa e o ressentimento causado pelo erros alheios para encontrar paz mental e evitar impulsos destrutivos, como o desejo de vingança. O importante é reconhecer que o passado está além do nosso controle. E que o modo como reagimos aos atos errados passados, no entanto, não está”, alerta o líder espiritual do Tibete. Isso não significa que é preciso ser santo ou Buda para ser capaz de perdoar. De acordo com a psiquiatra Sofia Bauer, o perdão é uma característica universal, presente em todo ser humano, embora alguns tenham mais facilidade de perdoar do que outros.

“Quanto mais generosa e mais grata à vida é uma pessoa, mais fácil será perdoar”, sustenta a psiquiatra. O que chama a atenção, segundo ela, é que, de acorco com pesquisa realizada pelo psicólogo norte-americano Martin Seligman, o papa da psicologia positiva, com milhares de pessoas que se consideram felizes, só há uma coisa em comum entre elas: a sensação de dever cumprido e a de praticar o bem. “Isso implica em gratidão, em ver o outro com bons olhos, e isso tem muito a ver com a capacidade de perdoar”, sustenta. Para os que têm dificuldade em relevar as mancadas cotidianas dos relacionamentos, a dica é olhar para o outro como para si mesmo, percebendo que todos estamos sujeitos a erros.

“Alimentar mágoas é como carregar um saquinho de veneno pingando dentro do coração”, afirma a psicoterapeuta Vera Lúcia Junqueira. Ela reconhece, no entanto, que o exercício do perdão nem sempre é fácil. “O perdão faz bem para quem perdoa e para quem é perdoado. É preciso começar gradativamente, tentar encontrar coisas boas na pessoa que nos magoou, e o alívio chega aos poucos”, ensina. Vera afirma que costuma trabalhar com seus pacientes o desapego aos sentimentos negativos, tão comuns à natureza humana. “Percebo que as pessoas tendem a guardar demais os sentimentos negativos. Se elas se sentiram ludibriadas ou de alguma forma passadas para trás, tendem a querer se vingar, desejam que o outro sofra”, revela.

CRESCIMENTO

A terapeuta holística Patrícia Andrade explica que a palavra perdoar tem origem no latim e significa ser totalmente, entregar, doar, mas chama a atenção para o fato de que se fala muito mais do perdão ao outro do que do perdão a si mesmo. “Acredito que o perdão mais incrível seja quando a gente se perdoa, porque uma das últimas coisas que uma pessoa faz por si mesma é se perdoar”, observa. E não se trata de uma visão egoísta ou egocêntrica, mas de dar sentido ao ser, usando, para isso, a sua natureza mais original. “O ser humano só cresce e amadurece a partir de escolhas e passa a vida toda escolhendo. Por isso, quando uma pessoa comete um equívoco e se perdoa, isso significa crescimento”, diz. O importante, nesse caso, é reconhecer o erro, deixando a culpa para trás. Olhando pelo retrovisor com os olhos da maturidade, certamente não repetiríamos as escorregadas do passado.

Ainda de acordo com ela, uma das saídas para os que se sentem sempre ofendidos é não criar expectativas ou entregar a responsabilidade da própria felicidade para os outros. “Se, quando o seu filho não vai bem na escola, você pensa que o problema e a responsabilidade são da escola ou se acha que a culpa do que ocorre com você é sempre dos outros, está na hora de pensar qual é a sua responsabilidade nessas situações e assumi-la. Quem está mais consciente de si mesmo raramente precisa perdoar o outro, porque perdoa primeiro a si”, sustenta.

Fonte : Zulmira Furbino Publicação:03/07/2015